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13/08/2019 | 17:34 | Atualizada: 13/08/2019 | 17:40

Secretaria Especial de Saúde Indígena avança na homologação de pistas de pouso.

 
      A Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), para realizar seu trabalho de levar atendimento básico de saúde a povos indígenas espalhados por todo o Brasil, tem no transporte aéreo uma importante ferramenta para acessar determinadas áreas.
 
    Para melhorar o trabalho oferecido, a SESAI realiza um trabalho de homologação de pistas de pouso, buscando regularizá-las e incluí-las em planos de voo e na logística de atendimento.
 
      Em busca de estreitar relações com a Agência Nacional de Aviação Civil, a titular da SESAI, Sílvia Waiãpi, se reuniu com a gerente de inteligência da ANAC, Ana Regina das Neves. Novos contatos serão realizados para dar sequência aos trabalhos iniciados.
 
      A homologação trata de regularizar pistas que estavam sob os cuidados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e que não tinham condições de receber aeronaves. Por se tratar de dois órgãos públicos (SESAI e FUNAI), a transferência de responsabilidade sobre a pista não é feita por uma outorga, mas por um Acordo de Cooperação Técnica.
 
      Ao todo são 297 pistas que precisam de homologação. Para isso são necessários estudos cujos resultados são enviados ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) da Força Aérea Brasileira.
 
     Segundo Fabrício Farias, o apoiador técnico da força-tarefa responsável pelas homologações na SESAI, a meta é regularizar a situação de mais 30 pistas até dezembro: “já começamos a homologação de 15 pistas no Amapá e em Roraima”, afirma.
 
      Graças ao trabalho desenvolvido desde junho, cinco pistas estão na última etapa antes de serem homologadas e devem estar disponíveis em breve: a pista da aldeia Bona e da aldeia Pedra da Onça, no Norte do Pará; e as da aldeia Área Única, da aldeia Salvador e da aldeia Paraná, em Roraima.
 
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