Segunda-feira, 23 de Setembro de 2019
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Notícias | Polícia

Polícia Rodoviária Federal apreende carga de madeira na BR 158 em Barra do Garças MT

A apreensão ocorreu na divisa com Goiás num total de 110 metros cúbicos

10/09/2019 | 14:30 - Atualizada em 10/09/2019 | 15:30

Assessoria/momentomt/Otavio Ventureli 0011914/MTE/DF

     Entre os produtos, estão a castanheira, que tem corte e comercialização proibidos, pois está em extinção

     Nos primeiros nove dias de setembro, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Mato Grosso já apreendeu 319 m³ de madeira irregular, distribuídas em 12 cargas. No acumulado do ano, já são 3.057 m³.

     As ações foram realizadas em diversas regiões do Estado em parceria com Instituto de Defesa Agropecuária do Estado do Mato Grosso (Indea/MT), Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e 2ª Companhia da Polícia Militar de Proteção Ambiental.

     Em Barra do Garças, na BR-158, divisa com Goiás, nesta segunda-feira (09), os agentes apreenderam três carretas e um caminhão, totalizando 110 m³ de madeira irregular.

      Um bitrem estava carregado com 46m³ de castanheira, cujo corte e comercialização são proibidos por lei, pois a espécie corre risco de extinção. Ainda foram recolhidos uma carreta-baú com 25,51 m³ de produtos irregulares, outra carreta com mais 25,80 m³ e em um caminhão com 13 m³. As cargas saíram de Rondônia e iriam para Goiás e Distrito Federal.

     Na BR-070, em Primavera do Leste, a 242 quilômetros de Cuiabá, três caminhões foram flagrados no transporte ilegal de 54,22 m³ de diversas espécies de madeira, entre elas, cedro amazonense, garapeira e castanheira. Um veículo iria de Rondônia para o Espírito Santo e os demais de Aripuanã/MT para Primavera do Leste.

     Já região Sudeste de Mato Grosso, na BR-364 em Rondonópolis, foram parados dois caminhões. Um deles transportava 27,15 m3 de castanheira de Rondônia para o Paraná. O outro levava 13,04 m3 de madeira irregular de Aripuanã para Rondonópolis.

     Em Várzea Grande, região metropolitana, foram retidas duas carretas com 50 m³ de madeira irregular, que saíram do Pará para Goiás.

     O transporte irregular de madeira é crime ambiental. Não apenas quem transporta o produto é identificado nas ocorrências, mas também as madeireiras que comercializam. Todos poderão responder pelo crime.

 

 

 

 




 
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