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Notícias | Saúde

Em parceria, reeducandos irão reformar móveis do Hospital Regional de Rondonópolis MT

O trabalho dos reeducandos na serralheira é restaurar todos os móveis da Instituição hospitalar

27/08/2019 | 15:16 - Atualizada em 27/08/2019 | 15:24

Assessoria/momentomt/Otavio Ventureli 0011914/MTE/DF

 
    O trabalho de reeducandos, que atuam na serralheira da Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa, em Rondonópolis, está beneficiando mais uma instituição pública do município, o Hospital Regional Irmã Elza Giovanella.
 
    Uma parceria firmada no mês de julho entre a direção da penitenciária e a unidade de saúde está possibilitando a reforma de móveis hospitalares como camas, macas e escadas de apoio, que estavam danificadas.
 
    O trabalho dos reeducandos na serralheira é restaurar todos os móveis, enquanto que o hospital adquiriu os materiais necessários.
 
    O diretor adjunto da penitenciária, Paulo Rufino, afirma que a atividade, além de possibilitar ocupação aos reeducandos, contribui com a população de uma forma geral, pois é o hospital que ganha móveis reformados e que podem atender adequadamente os pacientes.
 
    “É uma maneira do Sistema Penitenciário retribuir em prestação de serviços à sociedade. Além dessa parceria com o hospital regional, temos outras atividades prestadas a escolas, creches e instituições filantrópicas, com serviços como limpeza, pintura, doação de hortaliças”, conta o agente penitenciário.
 
    “Com essa parceria serão disponibilizadas mais 30 camas, 10 macas e 30 escadinhas de acesso para os usuários do hospital”, explica a diretora da unidade de saúde, Caroline Dobes.
 
    A restauração dos móveis permite que o hospital economize com o serviço, pois a mão de obra não tem custo. Sem a parceria, cada maca seria restaurada a um custo de R$ 400 e, por meio da cooperação, cada item restaurado terá custo de R$ 53, totalizando economia de R$ 11 mil ao Governo do Estado.
 
    Aos  reeducandos é garantida a remição por dia trabalhado, conforme prevê a Lei de Execuções Penais. A cada três dias de trabalho, um é abatido na pena.
 
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