Sexta-feira, 23 de Agosto de 2019
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Notícias | Esporte

Rivais na semi, Everton e Bruno Guimarães dividem rota da Seleção e holofotes de europeus

Atacante e volante são destaques de Grêmio e Athletico, adversários nesta quarta, na Arena

14/08/2019 | 13:39

ge/momentomt/Otavio Ventureli 0011914/MTE/DF

 
      Um desarma retrancas à base de dribles e velocidade. O outro acerta passes milimétricos para furar linhas estreitas em menos de 30 metros.
 
      Os pés valiosos de Everton e Bruno Guimarães serão protagonistas na semifinal da Copa do Brasil entre Grêmio e Athletico, nesta quarta-feira(14), às 21h30, na Arena.
 
      Ao mesmo tempo em que são observados por Tite e a comissão técnica da Seleção – o Cebolinha já com experiência em vestir a amarelinha e ser protagonista –, os dois também estão na boca de grandes clubes europeus. O atacante gremista e o volante do Furacão ainda ostentam o rótulo de mais valiosos do Brasil.
 
      Everton já é um pouco mais experiente, com 23 anos – fator inclusive complicador para um investimento maior dos interessados. Mas já esteve na mira de alguns dos principais clubes europeus. Manchester City, Arsenal, Napoli, Atlético de Madrid... Todos fizeram consultas.
 
      Os dois são esperança de mais milhões de euros na conta e centralizam atenções no Brasil no momento. Até o momento, os interessados não fizeram o suficiente para tirá-los dos respectivos clubes.
 
      O Grêmio recusou uma oferta chinesa que previa pagamento de 5 milhões de euros pelo empréstimo do atacante e depois uma opção de compra de mais 39 milhões de euros. Mas o presidente gremista admitiu que espera por algo concreto mais para o fim da janela.
 
      O Athletico já tem um acordo com o Atlético de Madrid para uma prioridade de compra em 2020 no valor de 30 milhões de euros. Se algum clube fizer uma oferta antes deste prazo, os espanhóis precisam ser consultados.

      Um clube chinês também estava disposto a pagar a multa rescisória de 40 milhões de euros. Mas o volante manifestou ao Furacão a vontade de não atuar naquele mercado, mesmo com um contrato de cerca de R$ 300 milhões em cinco anos no Oriente.
 
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